sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Com dados oficiais, Hildo Rocha comprova que Flávio Dino desprezou o setor da saúde



O deputado federal Hildo Rocha (PMDB/MA) voltou a denunciar o sucateamento da saúde pública maranhense. Valendo-se de dados oficiais colhidos junto ao Ministério da Saúde e no Portal da Transparência, Rocha afirmou que de janeiro a agosto do ano passado, o Federal repassou ao Maranhão R$ 205 milhões. Segundo Rocha, este ano, o valor repassado foi ainda maior. “De janeiro até agosto, deste ano, o governo do Estado recebeu R$ 234 milhões do Fundo Nacional de Saúde. Ou seja, R$ 30 milhões a mais em relação ao ano passado. Portanto, o governo Federal está fazendo a sua parte. Quem não está fazendo a sua parte é o governo do Estado”, destacou Rocha.

Comparação

O deputado comparou os investimentos no setor da saúde realizados por Roseana Sarney e Dino. “Enquanto o governo Roseana gastou R$ 883 milhões, só no terceiro bimestre de 2014, Flávio Dino empenhou apenas R$ 642 milhões. Ou seja, só no primeiro trimestre de 2014, a governadora Roseana investiu R$ 250 milhões a mais”, declarou o parlamentar.

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Rocha enfatizou que o corte nos investimentos, praticados pelo governador Flávio Dino, tem provocado a superlotação das unidades hospitalares e mortes de pacientes, por falta de atendimento. “É por isso que os maranhenses estão morrendo, por falta de vaga nos centros cirúrgicos. Os médicos estão fazendo par ou impar para saber quem vai para as Unidades de Terapia Intensiva porque não tem vagas”, criticou.

Inversão de prioridades

Hildo Rocha lembrou que a ex-governadora Roseana Sarney deixou uma estrutura hospitalar estruturada para atender bem o povo do Maranhão, mas, o governador preferiu aplicar os recursos da saúde na contratação de “camaradas” do Partido Comunista. “O governador Flávio Dino mentiu pra população maranhense. O governador assumiu garantindo que iria investir maciçamente na saúde, mas não fez. Quem está fazendo os atendimentos de saúde básica são os municípios que estão numa situação muito difícil. Até vacinação o governo do Estado se nega a fazer”, ressaltou.

Assessoria.
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