quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Maranhão perde mais duas posições em ranking de competitividade

Depois de perder três posições no Ranking de Competitividade divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) em 2016 (reveja), o Maranhão perdeu mais duas posições no levantamento de 2017 e agora ocupa apenas a 25ª colocação entre 27 unidades pesquisadas.

Em 2015 o estado figurava na 20ª colocação (com nota 43,1), depois passou a 23º em 2016 (com 34,3) e, em 2017, caiu para 25º (com 31,5). A nota geral vai de 0 a 100.
Continua...

Segundo o CLP, o ranking é composto a partir da seleção de 66 indicadores, “distribuídos em 10 pilares temáticos considerados fundamentais para a promoção da competitividade e melhoria da gestão pública dos Estados brasileiros: Infraestrutura, Sustentabilidade Social, Segurança Pública, Educação, Solidez Fiscal, Eficiência da Máquina Pública, Capital Humano, Sustentabilidade Ambiental, Potencial de Mercado e Inovação”.

No caso do Maranhão, a situação só não é pior porque o estudo inclui a qualidade da energia elétrica fornecia pela Cemar como fator preponderante para a melhoria da nota de Infraestrutura, por exemplo.

Fonte: Blog do Gilberto Léda

5 comentários:

  1. Sim mais pior é o RS e o RJ que estão pagando os servidores públicos e aposentados estaduais com muito atraso.

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  2. Essa aí não cola não, vejo que é apenas uma perseguição ao governador, só que o povo tão vendo, que não é bem assim, por isso vão votar em massa em Flávio Dino!

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  3. Eu prefiro votar em qualquer um, até em MASSA DE PÃO, menos no Flávio Dino.

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  4. não podemos escapar a essas avaliações , onde , em primeiro degrau vem a EDUCAÇÃO , não existe fórmulas mágicas , esse esforço do estado ao lutar para reduzir os danos da falta de uma educação profissional , em torno dos IEMAS , só produzirão frutos palpáveis , a essa competitividade , no futuro , e na inserção de um quadro econômico mais favorável no país ! mesmo o estado enveredando para outras alternativas a exemplo a sinoiranianaindiana ...é um via de escape , agora os niveis da educação fundamental é crítico ..a média precária , a profissional fragmentada , diluída , apossada, não tem um arcabouço a se chamar de esqueleto , os IEMAS , estão nascendo como esperança,só que , a base fundamental não contribui e os IEMAS , terão dificuldade a reerguer essa base sózinho e isso terá de vir dos municipios , até aqui , sem esperanças ....é bem ai o nó górdio que inviabiliza o estado brasileiro e nem é questão de recursos , onde nós metemos 6,5 bihões de reais em 5 anos ? isso a mais no orçamento de toda a educação básica ..é por ai que devemos começar " 180 milhões de reais em 4 anos para Aldeias Altas , " 13,14,15,16" e HOJE O SENADOR ROBERTO ROCHA QUER DOBRAR A MERENDA ESCOLAR DESSES MUNICIPIOS PELA POBREZA "?????? 0,40 CENTAVOS PARA 0,80 CENTAVOS QUE MISÉRIA É ESSA ..

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  5. e o asfalto do povoado Palmeiral vai sair quando heim

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