segunda-feira, 26 de março de 2018

Afastamento de delegado do DCC0 pode ter ligações com o ex-superintendente da SEIC, Bardal




Há duas semanas que correm comentários do afastamento do delegado Ney Anderson Gaspar (foto abaixo), do Departamento de Combate ao Crime Organizado. Uma das principais justificativas passadas ao blog seria a ligação  que existe entre Gaspar e o ex-superintendente da SEIC, delegado Thiago Bardal, preso por acusação de participar da máfia do contrabando no Maranhão, que resultou também na prisão de oficiais e militares de menor patente no Maranhão. Mas não há nada que incrimine o delegado afastado com o contrabando.
 
O afastamento, conforme informações ao blog há 15 dias, eram favas contadas e que não teria nenhuma relação com o depoimento dado ao delegado Ney Anderson Gaspar pelo contratante da morte do jornalista Décio Sá, o bandido Júnior Bolinha.

O responsável pelo assassinato do jornalista aponta, pela segunda vez, nomes de empresários no consórcio que vitimou Décio Sá. Da primeira vez, ele citou o nome do Marco Túlio Regadas, dono da Franere, em uma carta publicada aqui no Blog do Luis Cardoso e no Jornal Pequeno.

Dois dias depois, o blog tomou conhecimento de que Bolinha estava querendo mesmo fazer extorsão de R$ 2 milhões de Marcão, como é mais conhecido o dono da Franere. Como o empresário não aceitou, veio a carta. O blog publicou a tentativa de extorsão.

Agora, Bolinha tenta colocar para dentro do crime praticado por ele um ex-secretário de Segurança Pública e até membro do Ministério Público, de forma completamente equivocada.

Com a divulgação do afastamento do delegado, o secretário Jefferson Portela fica na obrigação de esclarecer as razões legais da saída do policial de tão importante delegacia; até mesmo para que não paire nenhuma dúvida sobre sua atitude.

Ou caberá ao delegado contar o que é verdadeiro sobre o depoimento tomado junto ao matador de Décio Sá e informar o que concluiu a respeito.

Nenhum comentário:

Postar um comentário