"Oh. rapaz, que cidade triste, apagada, tão solitária... que saudade danada de Totonho Chicote", queixa-se o pedreirense na beirada do Mearim.
Totonho Chicote - quem poderia imaginar que ele faria tanta falta ?
A Tristeza de Pedreiras ...

“Totonho, onde estás que não respondes?

Em que cidade, em que lugar tu te escondes?

Estás em teu amado loteamento?

Há mais de um mês te mandei meu grito,

Que corre em vão pelo infinito...

Onde estás, para nos socorrer neste momento?


(Parafraseando Castro Alves...)”