Prefeito de Esperantinópolis Alusinho e o vice-prefeito Dr. Rogério recebem da juíza Dra. Cristina e do promotor Dr. Xilon, os diplomas  
Na tarde desta quinta-feira (6), a justiça eleitoral de Esperantinópolis (MA), realizou a audiência de instrução e julgamento, referente ao processo contra o prefeito Aluisinho do Posto e o vice-prefeito Dr. Rogério Almeida.

O processo é uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), movido pela coligação “A Força do Povo”, encabeçado pelo candidato a reeleição ao cargo de prefeito Dr. Raimundinho e, pede a cassação dos registros de candidaturas do prefeito e do vice-prefeito de Esperantinópolis, eleitos nas eleições municipais de 2016. A coligação “A Força do Povo”, através do advogado Chico do Adriano, afirma que a Coligação "Vitória do Povo", vencedora daquele pleito, captou votos de forma irregular.

- Uma das alegações, segundo o advogado do Dr. Raimundinho, a filha e o genro de Aluisinho do Posto, ambos médicos, estariam usando a profissão para captar votos para o empresário; inclusive com receitas médicas e doação de remédios.

- Segundo foi repassado ao blog, porém, o Ministério Público deu um parecer inicial desfavorável a essa alegação.

A audiência aconteceu no horário marcado, às 15h30, no Fórum Eleitoral de Esperantinópolis com a presença da juíza eleitoral Dra. Cristina Leal Meireles e o promotor eleitoral Dr. Xilon de Souza,

O ex-prefeito Dr. Raimundinho, não compareceu e foi representada pelo Ardson Arruda, que no período da campanha, também representou a Coligação. Ele estava acompanhado do advogado da Coligação, Dr. Chico do Adriano.

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Durante a audiência, Dr. Chico do Adriano, surpreendeu a todos, ao renunciar ao mandato de advogado da Coligação; mas como a Lei Processual determina que, apesar da renúncia,  é obrigado a permanecer como advogado durante 10 dias, ele participou como advogado.

A coligação “A Força do Povo” não levou nenhum das testemunhas que eles mesmos arrolaram como acusadores.

O vice-prefeito, Dr. Rogério Almeida, e o advogado da Coligação, Dr. Zé Teodoro, representaram o prefeito Aluisinho do Posto, que estar em São Luís, recebendo uma Patrol.

A defesa também não arrolou nenhuma testemunha e nem teve interesse de produzir provas por considerar absurda a finalidade daquele processo.

No entanto, seguindo a ordem, a juíza . Cristina Leal Meireles deu prazo de 3 dias para as partes apresentarem diligências.

A Coligação de Aluisinho informou que não vai apresentar nenhuma diligência; acredita ser uma medida desnecessária e entende que a ação não tem cabimento.

O Ministério Público, através do promotor Dr. Xilon de Souza, informou que também não vai apresentar pedido de diligência.

Ainda assim tem que correr o prazo de três dias para os acusadores apresentar os pedidos, depois do pedido de diligência, a juíza vai abrir os prazos para apresentação das alegações finais e depois vem a sentença.

Portanto, não vai ter mais nenhuma audiência.

Foi uma audiência rápida por conta da não apresentação das testemunhas que foram arroladas pelos autores do processo.

Segundo informado, no caso de processo eleitoral, as testemunhas precisam comparecer em banca e não há necessidade da justiça notificá-las para comparecerem em juízo. O acusador e os réus têm que levar as testemunhas no dia da audiência.

Foi o que não aconteceu hoje. Então está fase foi marcado com um processo fraco de prova, sem consistência para levar à cassação de mandatos.

“Nós temos interesse que ação prossiga até o fim e que seja apurado todos os fatos; e nós estamos confiantes que essa ação será julgada improcedente”, comentou Dr. Rogério Almeida, vice-prefeito de Esperantinópolis e um dos investigados.