Os manifestantes começaram a se aglomerar em frente ao Banco do Brasil de Pedreiras.

Lideranças sindicais, trabalhadores rurais e urbanos e movimentos sociais de Pedreiras e Trizidela do Vale participaram, na manhã desta sexta-feira (22), da agenda de mobilização nacional contra a proposta de reforma da previdência do governo Bolsonaro. Os manifestantes realizaram o ato na Avenida Rio Branco, sentido à Trizidela do Vale.


As atividades do Dia Nacional de Lutas Contra a Reforma da Previdência tiveram início logo cedo, com panfletagens e discursos contrários à proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019, que prevê a modificação do sistema de previdência social.

Segundo os manifestantes, os maiores atingidos com as mudanças serão os trabalhadores rurais, mulheres e pessoas com deficiência, devido ao aumento da idade mínima para receber o benefício e à redução do valor que é pago atualmente. O novo modelo também propõe que a gestão dos recursos da aposentadoria fique nas mãos da iniciativa privada.

O conhecido militante de esquerda pedreirense, Rogério do PT, participou ativamente do protesto, compartilhando diversas mensagens de apoio à manifestação em suas redes sociais. Confira:




Paralisação Nacional Pedreiras e Trizidela do Vale no Maranhão se levanta Contra a Reforma da Previdência do Desgoverno Bolsonaro. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC 06/2019), referente à Reforma da Previdência, enviada por Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional no último dia 20 de fevereiro, precisa do voto de 308 deputados federais e 49 senadores para ser aprovada em dois turnos de votação. A repercussão negativa da medida entre os trabalhadores torna difícil a negociação do governo com os congressistas. Parlamentares da bancada de apoio ao governo já demonstram que não estão dispostos a se “queimar” com o eleitorado sem levar nada em troca e Bolsonaro iniciou a temporada de barganhas, com negociações de recursos para aprovação de emendas e cargos nos ministérios. A Reforma da Previdência se mostrou a medida mais espinhosa para os inimigos do povo que assumiram o poder após a derrubada da presidenta eleita, Dilma Rousseff. Temer não conseguiu aprová-la. Bolsonaro e seu “superministro”, Paulo Guedes, também encontram dificuldades em dar prosseguimento a esta tentativa de por fim ao direito dos trabalhadores de se aposentarem e de seguir com o que determina a cartilha do mercado financeiro. De acordo com a imprensa golpista, os líderes das bancadas no Congresso estão na espreita, aguardando o posicionamento de Bolsonaro sobre o que quer da base no Parlamento, mas sabem que ele não tem muito a oferecer além de cargos do segundo escalão para baixo, o que não garante uma sustentação que aprove o texto em seu formato original. Porém, para os trabalhadores, pouco interessa a tensão entre governo e parlamento, pois, ainda que o texto seja alterado, a Reforma prevista na PEC 06 representa perdas fundamentais em relação à atual situação do regime de previdência. Essa “briga” interna da burguesia não é para defender os direitos do povo, todos concordam em fazer a população trabalhar até a morte. O único “entrave” é conseguir conquistar o máximo de benesses possíveis. #NãoReformaDaPrevidência #ForaBolsonarioFilhoDoFut
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