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Primeiro lote com o imunizante chegou na segunda-feira (3) em São Luís. Todas as doses serão destinadas para a capital maranhense e vão ser administradas em 1ª dose.


O Maranhão recebeu o primeiro lote com 10.530 doses da vacina Pfizer/BioNTec contra a Covid-19. As nove caixas com o imunizante chegaram na tarde da última segunda-feira (3), no Aeroporto Marechal Hugo da Cunha Machado, em São Luís.

Todas as doses serão destinadas para São Luís e vão ser administradas em 1ª dose. De acordo com uma recomendação do Ministério da Saúde, a vacina deve ser aplicada em pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas e pessoas com deficiência permanente.

Procurada pelo G1, a Prefeitura de São Luís não informou, até a publicação desta reportagem, se vai destinar as doses da vacina Pfizer para todo o grupo incluído na recomendação do ministério. Nesta terça (4) começa a vacinação desses grupos na capital.

As doses seguiram do aeroporto para a Rede de Frio do Estado, localizada na capital maranhense, onde serão armazenadas em caixas com temperaturas entre -25°C e -15°C por, no máximo, 14 dias.

Ao chegarem às salas de vacinação, as doses devem ser mantidas a uma temperatura que varia entre 2°C e 8°C, e precisam ser aplicadas na população em um período de até cinco dias.

Intervalo das doses

O Ministério da Saúde orientou estados e municípios que as duas doses sejam aplicadas com 12 semanas de intervalo. Esse, entretanto, não é o intervalo recomendado pela Pfizer.

Em nota técnica, a pasta informa que o intervalo maior foi recomendado com base em estudos feitos no Reino Unido – o país optou por aumentar o espaçamento no início da campanha de vacinação, por causa da escassez de doses.

Já a bula do fabricante diz que o imunizante deve ser aplicado em um "intervalo maior ou igual a 21 dias entre a primeira e a segunda dose".

Em janeiro, Pfizer e BioNTech disseram não haver evidências de que a primeira injeção continuou a funcionar por mais de três semanas. “Não há dados que demonstrem que a proteção após a primeira dose é mantida após 21 dias”, afirmaram.

Também em janeiro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) se posicionou sobre o intervalo das doses da Pfizer/BioNTech. Na época, a entidade explicou que países que "vivenciam circunstâncias epidemiológicas excepcionais podem considerar adiar por um curto período a administração da segunda dose". No entanto, a recomendação era de um intervalo de até 42 dias (seis semanas).

Fonte: G1
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