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Na noite de domingo, por volta das 18h, policiais estiveram na residência do carroceiro que ficou conhecido em Bacabal por ter localizado o menino Kaua no meio do mato. No local, os agentes conduziram o rapaz que mora com ele até a Delegacia Regional.

Segundo informações, havia um mandado de prisão com nome parecido, mas, ao conferir os dados, o nome da mãe não correspondia, o que levou à liberação do jovem já no início da madrugada.

A prisão causou grande surpresa, porque o carroceiro vinha sendo tratado como herói desde o resgate do menino. De forma repentina, agentes da segurança - policiais ou bombeiros - foram até sua casa e levaram o rapaz que mora lá, que teria sido algemado e agredido.

O carroceiro então procurou o acampamento base das buscas, reuniu a imprensa e denunciou o que chamou de prisão injusta e as agressões.

Ele também afirmou que, no momento em que encontrou o menino Kauã, nu no meio da mata, o jovem que mora com ele estava trabalhando para uma mulher, e que não tinha qualquer relação com o caso. Depois, ainda surgiu a informação de que o rapaz teria problemas mentais, o que aumentou ainda mais a polêmica em torno da abordagem policial.

A polícia informou que foi até o local após para averiguar denúncia de que os corpos das crianças poderiam estar escondida dentro de um tonel azul nas proximidades da casa do carroceiro, motivo pelo qual a residência foi averiguada. Apesar disso, o jovem acabou liberado poucas horas depois. Enquanto isso, as buscas continuam por Isabelle e Michel, os dois irmãos que ainda seguem desaparecidos em Bacabal.

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