Investigações sobre desaparecimento de Ágatha e Allan seguem sob sigilo, afirma delegado em audiência no Senado
Durante audiência pública realizada no Senado Federal, em Brasília, o delegado-geral operacional da Polícia Civil do Maranhão, Ederson Martins, falou sobre o andamento das investigações que apuram o desaparecimento das crianças Agatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, ocorrido no dia 4 de janeiro de 2026, no Quilombo São Sebastião dos Pretos, zona rural de Bacabal.
Em sua fala, o delegado destacou que as investigações seguem sob sigilo e que, por esse motivo, novos detalhes não estão sendo divulgados. Segundo ele, a medida é necessária para não comprometer o trabalho policial nem atrapalhar possíveis desdobramentos do caso.
Ederson Martins reforçou que todas as linhas investigativas continuam sendo analisadas com cautela.
Ele mencionou o depoimento do menino Kauã, que havia desaparecido junto com os primos Ágatha e Allan, mas foi encontrado três dias depois. O relato da criança integra o conjunto de informações apuradas pela Polícia Civil.
O delegado também citou a reconstituição do caso já realizada pelas autoridades, como parte do esforço para esclarecer o que ocorreu no dia do desaparecimento.
Outro ponto destacado foi o chamado "marco zero" da investigação, o local conhecido como "casa caída", onde, segundo as apurações, as três crianças estiveram juntas pela última vez. De acordo com o delegado, até o momento, não foi confirmado o envolvimento de uma quarta pessoa no desaparecimento.
Durante a audiência, as autoridades presentes também afirmaram que as buscas continuam. Equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e de outros órgãos de segurança seguem mobilizadas na região. Foi ressaltado que os trabalhos não serão encerrados até que o caso seja totalmente esclarecido.






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