Weverton Rocha diz que diálogo para reunificar grupo político no MA continuará até junho
O senador Weverton Rocha (PDT) afirmou que as tentativas de diálogo para resolver o impasse político no Maranhão continuarão nas próximas semanas. A declaração foi feita durante evento de filiação do PDT estadual realizado em São Luís.
Segundo o parlamentar, as conversas para tentar recompor a base política no estado podem se estender até junho, período próximo às convenções partidárias que antecedem as eleições.
Apesar das dificuldades, Weverton afirmou que as negociações ainda seguem abertas. O objetivo, segundo ele, é buscar um entendimento político que permita a formação de um grupo alinhado em torno do projeto eleitoral no estado e da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Disputa política no estado
O senador também comentou a possibilidade de rearranjos políticos no Maranhão diante das discussões entre diferentes grupos. O impasse político no Maranhão envolve, entre outros pontos, a definição das alianças que irão compor o palanque do presidente Lula no estado.
Weverton afirmou que Lula pretende ouvir as lideranças locais antes de tomar decisões sobre o cenário político maranhense.
Segundo ele, o presidente tem indicado que irá dialogar tanto com o PT quanto com os demais aliados antes de definir a estratégia eleitoral no estado.
Relação com o grupo de Brandão
Durante a entrevista, o senador destacou que parte das lideranças petistas no Maranhão tem demonstrado preferência por manter aliança com o grupo político liderado pelo governador Carlos Brandão.
Weverton afirmou que o governador tem mantido boa relação com o presidente Lula e que essa proximidade pode contribuir para a construção de um palanque político forte nas eleições.
Segundo ele, a formação dessa aliança poderia envolver diversas lideranças políticas do estado, incluindo a ex-governadora Roseana Sarney, o ministro André Fufuca e a presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Iracema Vale.
Possível aproximação entre PT e Braide
Nos bastidores políticos, também cresce a avaliação de que o grupo ligado ao ex-governador Flávio Dino pode se aproximar do prefeito de São Luís, Eduardo Braide.
Caso essa composição avance, uma das hipóteses discutidas é que o vice-governador Felipe Camarão, filiado ao PT, dispute uma vaga ao Senado em uma eventual chapa liderada por Braide.
Apesar dessas possibilidades, Weverton afirmou que ainda há espaço para diálogo e que o foco permanece na tentativa de construir uma aliança política ampla no estado.






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