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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã de quarta-feira(8) a Força-Tarefa Previdenciária, a Operação Recidiva com o objetivo de reprimir crimes contra o sistema previdenciário. A ação foi coordenada pela Polícia Federal no Maranhão, com apoio da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), do Ministério da Previdência Social e do INSS. Ao todo, foram cumpridos mandados de busca e apreensão e de prisão temporária nas cidades de São Luís, Barreirinhas, Tutóia e Parnaíba (PI).

A investigação é um desdobramento da Operação Transmissão Fraudulenta, realizada em julho de 2025, que identificou a atuação de um grupo criminoso formado, em grande parte, por contadores. Eles seriam responsáveis por inserir vínculos empregatícios inexistentes no sistema SEFIP/Conectividade Social, utilizado para envio de dados ao governo, com o objetivo de viabilizar a concessão irregular de benefícios previdenciários.

Nesta nova fase, a Polícia Federal concentrou esforços na identificação de intermediários que atuavam na captação de interessados no esquema, além de advogados que, segundo as investigações, auxiliariam na liberação dos benefícios fraudulentos. As apurações apontam que ao menos 50 benefícios foram concedidos de forma irregular, gerando um prejuízo estimado em cerca de R$ 4,6 milhões aos cofres públicos.

Ao todo, 32 policiais federais participaram da operação, cumprindo 8 mandados de busca e apreensão e 6 de prisão temporária, expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal no Maranhão. Também foram autorizadas quebras de sigilo bancário e fiscal, além do bloqueio de bens dos investigados. Caso as suspeitas sejam confirmadas, eles poderão responder por crimes como estelionato contra o INSS, associação criminosa, falsificação de documentos, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.








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