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A Tribunal de Justiça do Maranhão decidiu aumentar para 38 anos de prisão a pena de Júnior do Nenzin, condenado pelo assassinato do próprio pai, o ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa, conhecido como Nenzin. A decisão foi tomada pela Primeira Turma Criminal da Corte, em acórdão publicado no último dia 17 de abril de 2026.

A revisão da pena ocorreu após os desembargadores acompanharem o voto do relator, José Joaquim Figueiredo dos Anjos, que considerou insuficiente a condenação inicial de 16 anos definida pelo Tribunal do Júri em março de 2025. Para o colegiado, a gravidade do crime - cometido pelo próprio filho contra um pai idoso - justificava uma punição mais severa.

A pedido de aumento da pena foi feito pelo ministério público estadual e pelo advogado da família Teles, Dr Misael Mendes da Rocha Júnior.

O crime ocorreu em 6 de dezembro de 2017, quando Júnior do Nenzin, com a participação do vaqueiro

Luzivan, assassinou o ex-prefeito. O caso teve grande comoção em Barra do Corda e provocou repercussão em todo o estado do Maranhão, sendo considerado um dos episódios mais chocantes da história do estado.

Atualmente, Júnior do Nenzin cumpre pena no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. A nova decisão reforça o entendimento do Judiciário de que crimes de extrema violência, especialmente no âmbito familiar, devem receber punições proporcionais à sua gravidade.

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