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Alvo de pesadas críticas em todo o país – principalmente após a fatídica sessão do STF do dia 15 de setembro -, o ministro Flávio Dino tem mais motivos para se preocupar depois do primeiro turno das eleições de 2026.

No Maranhão, seu reduto político, o magistrado viu sua base aliada simplesmente derreter. De 10 membros do chamado “dinismo raiz”, ele sai das urnas com 4.

Reelegeram-se no dia 4 de outubro apenas os deputados federais Márcio Jerry (PCdoB) e Rubens Júnior (PT), e o deputado estadual Leandro Bello (PSB).

A senadora Ana Paula Lobato (PSB), eleita em 2022 com suplente do próprio Dino, segue no cargo sem haver entrado na disputa deste ano porque o mandato no Senado é de oito anos.

Os demais, despedem-se no início do ano que vem.

Os deputados estaduais Othelino Neto (PSB), Rodrigo Lago (PSB), Carlos Lula (PSB) e Júlio Mendonça (PSB) não galgaram êxito nas urnas. Já o também deputado estadual Ricardo Rios (PSB) sequer disputou a eleição.

O vice-governador, Felipe Camarão (PT), disputou o Governo do Estado e ficou em terceiro lugar.

Um verdadeiro desastre…

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