Hospital de Lago dos Rodrigues 
Está circulando nos bastidores um verdadeiro motim organizado pelos prefeitos das cidades, onde o Governo do Estado construiu os hospitais de 20 leitos através do Programa Saúde é Vida. Os gestores irão fechar os hospitais por completa falta de recursos que são repassados pela Secretária de Estado da Saúde (SES).
Hospital de Bernardo do Mearim
A maioria alegam que está há três meses sem receber o repasse, cerca de R$ 100 mil reais mensais, para ajudar os municípios na manutenção dos novos hospitais. Hoje, dia 1º de dezembro, os prefeitos ameaçam fazer uma espécie de protesto contra os atrasos. Em algumas prefeituras o protesto começou na semana passada.
Hospital de Lago do Junco 
O Blog do Carlinhos foi informado que a prefeitura de Jenipapo dos Vieira demitiu todos os funcionários do Hospital, em decorrência dos atrasos dos recursos financeiros do Estado.

“Não temos mais condições de manter esse presente de grego, já estou mais do que no vermelho. Esse secretário está brincando com a saúde do nosso povo”, disse um dos prefeitos revoltados.
Continua...

As reclamações caem, principalmente em cima de Ricardo Murad, secretário de Estado da Saúde e, o principal responsável pelo programa que construiu os hospitais.
Inauguração do Hospital de Jenipapo dos Vieiras 
De acordo com denúncias do Blog do Minard, após as eleições, Ricardo Murad passou a atender somente os prefeitos que votaram na sua filha e no seu genro.” Já é fim de governo mesmo, então para que receber um bando de prefeitos chorões”, disse uma graduada funcionária da SES.

O ato de paralisação terá o apoio, inclusive do presidente da FAMEM, Gil Cutrim, que já tentou de várias formas falar com Ricardo Murad, mas este não o tem recebido.

Após a briga que Edmar Cutrim, pai do presidente Gil Cutrim,  travou com Murad, este último não considera mais o atual presidente da FAMEM como legítimo representante dos prefeitos.
Prefeita de Lago Açu Marly Sousa foi aliada de Ricardo Murad
e apoiou a filha dele Andrea Murad
Enquanto isso, a população dessas 52 prefeituras irá, a partir do dia 1ª de Dezembro, comer “O Pão que o diabo amassou”.

“A preocupação é grande para manter esses hospitais também a partir de 2015, pois não temos nenhuma garantia de que o governo de Flávio Dino vai continuar repassando esse auxilio de R$ 100 mil reais mensais as prefeitura que foram contempladas com esses hospitais maternidades de 20. Caso o dinheiro não venha, o interior do Maranhão sofrerá um grave crise de saúde; os R$ 100 mil já eram poucos, mas sem esse recurso, é praticamente impossível manter o hospital funcionando; caso não fechemos, poderemos com muita dificuldades deixar apenas alguns setores funcionando”, afirmou ao Blog do Carlinhos uma prefeita da região.



Reportagem com apoio do Blog do Minard.