A jornalista Patrícia Lélis acusa o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP-PSL) de ameaça. Ela diz que em 2017, quando, segundo ela, eles haviam acabado de terminar um namoro, os dois brigaram feio por meio de mensagens de celular. Em algumas delas, o filho do agora presidente Jair Bolsonaro teria a chamado de "otária" e "vagabunda", entre outras ofensas. A acusação de Patrícia está sendo analisada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), já que Eduardo é um parlamentar. Ele sempre negou que tenha se relacionado com ela.
A briga entre os dois seguia de maneira mais ou menos silenciosa no STF, até que no domingo passado (dia 6), Patrícia passou a atacar Eduardo pelo Twitter. Desde que terminou o suposto namoro, a jornalista passou por algumas transformações. Entre elas, a de se autodefinir como ativista feminista -- anteriormente, ela foi assessora e líder do núcleo jovem do PSC, antigo partido da família Bolsonaro.


Nesta condição, a de feminista, Patrícia tuitou: "estudem o feminismo para não acabarem com macho de direita que não faz sexo oral porque tem nojinho de vaginas mas acha que compensa isso postando foto segurando arma." Nesta postagem, Patrícia não cita o nome do deputado. Numa próxima, no entanto, respondendo a um tuíte com uma montagem do rosto de Eduardo numa escultura de Davi, feita pelo renascentista Michelangelo, ela escreve: "eu sou o pinto pequeno do filho do Bolsonaro".... 



Em uma das conversas Eduardo mostrou raiva e fez ameaças a ex-namorada. Na época, Eduardo afirmou nas redes sociais que "feminismo é doença".