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A professora de Lago da Pedra, Marcela Morais publicou ontem (6) em sua página 'Educação e Emponderamento Feminino', um texto alegando que vem sofrendo perseguição por parte do Prof. Valdielcio, atual coordenador do núcleo do Sinproessema de Lago da Pedra.

Os dois foram concorrentes na última eleição do Sinproessema, tendo Valdielcio ganhado a disputa. Desde então, Marcela afirma que é constantemente hostilizada e excluída de várias atividades que envolvem os educadores do município. "Ele persegue a mim por não tolerar minha presença como principal oponente dele nas últimas eleições sindicais, ocorridas nesta cidade, e me deixa alheia em meio a Pandemia às últimas informações referentes a minha categoria, estando eu em dias com minhas contribuições.", disse a professora.

Outra atitude classificada pela professora Marcela como "ato de retaliação" por parte de Valdielcio é a exclusão dela nos grupos de Whatsapp do Sinproessema, o único canal de informação que os sócios dispõem atualmente em meio a pandemia. Dessa forma, ela declara estar alheia às notícias sobre os reajustes, promoções, discussões sobre o retorno às aulas e mudanças envolvendo a classe dos professores.

Além da hostilidade supostamente originada pela oposição dos dois nas últimas eleições, Marcela também menciona em seu texto que há ainda uma motivação política por trás das atitudes de Valdielcio, uma vez que a professora já saiu em defesa da pré-candidata a prefeita Maura Jorge em meio a uma discussão no canal online do Sinproesemma. 

"Ele já havia me excluído outras vezes durante campanha Sindical, e voltava a me adicionar por pressão de alguns sócios, não é a primeira vez que ele age desta forma. Na verdade ele deve ser é afastado da coordenação do Sinproesemma, uma vez que tem se lançado candidato e tem atrapalhado o bom andamento e convívio no núcleo, evitando assim a perseguição, a retaliação e coação de sócios."

O fato de Valdielcio ter se lançado candidato também foi mencionado pela professora, que chegou a afirmar que ele usa os canais do Sinproesemma como propriedade para fazer campanha política em benefício próprio. "Eles  ocupam nossa sede, fazem eventos em nossos espaços e usam os nossos canais como se fossem deles, sem dar satisfação e coagindo quem se levanta contra essas  atrocidades", disse. 

Por fim, Marcela afirma que está disposta a levar sua denúncia à sede do Sinproesemma na capital, a fim de acionar os meios de comunicação e tomar providências cabíveis.

O Blog está a disposição do Professor Valdielcio para o direito de resposta.
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