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A vítima das agressões sofre de problemas mentais e teria tentado invadir a casa do segurança



Um caso de agressão envolvendo um segurança de uma loja, identificado como Edinaldo, e um homem com problemas mentais conhecido como Arimatéia foi parar na delegacia.

Segundo informações, a vítima das agressões é um homem identificado por Arimatéia, bastante conhecido na cidade. Ele sofre de deficiência intelectual e teria causado uma pequena perturbação em uma loja do centro da cidade e, por conta disso, o gerente do estabelecimento pediu que o segurança do local o retirasse de lá.

“Ele entrou no estabelecimento onde eu trabalho como segurança e começou a fazer um tipo de baderna. O gerente, incomodado com a situação, pediu que ele se retirasse e ele não saiu. Então o gerente foi até mim e pediu que eu o colocasse pra fora. A única coisa que eu fiz foi pegar ele pelo braço e retirá-lo da loja”, explicou Edinaldo.

Este episódio teria causado indignação em Arimatéia, que se sentiu humilhado e foi até a casa do segurança tomar satisfações. De acordo com relatos, ele teria abordado Edinaldo e proferido ameaças de morte, além de ter tentado invadir sua casa. O segurança, por sua vez, foi obrigado a usar a força para conter Arimatéia e preservar sua integridade física.



A irmã de Arimatéia, dona Carmélia, esclareceu que seu irmão não tem as plenas faculdades mentais e, por isso, desaprova a atitude do vigilante. “Meu irmão é especial, ele não mexe com ninguém. Aí ele vem alegar que meu irmão bateu no padre, sim mas porque ele tem problema mental, uma pessoa boa não vai bater em padre. Então eu achei errado da parte dele, por ser um segurança bater em um indefeso. Porque meu irmão tem forma de adulto mas é uma criança, ele não tem força pra homem daquele. Isso foi muito errado, eu estou indignada”, contou a irmã da vítima, Carmélia.

Ela ainda alega que no momento da agressão o segurança sacou uma arma de fogo e apontou para Arimatéia, informação esta que foi negada por Edinaldo.

O caso foi parar na 14ª Delegacia Regional de Pedreiras. Ambas as partes registraram Boletins de Ocorrência e aguardam as decisões das autoridades judiciais para resolver o caso.

Com imagens e informações Sistema de Comunicação Rio Flores
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9 Comentários

  1. Sabe qual é o remédio pra um doido? É um doido e meio.

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  2. Então já que uma criança com cara de homem faz baderna e não pode apanhar.... vamos responsabilizar a irmã dele que é adulta é assim que deve funcionar
    Afinal de contas doido não deixa de ser perigoso

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  3. Quem tiver seus doido que prenda ta certissimo o segurança eu tbm nao aceitaria esse deaoculpado fazer baderna na minha casa nao pegava outra taca bem dada

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  4. Vocês não queiram ter um doente mental na família, tem dias q a pessoa tá bem e tem outro dia q a pessoa surta,falam muita besteiras e esse q diz ser um segurança não tem a capacidade de exercer essa profissão pq não imobilizou ele é chamou as autoridades competentes. Esse e um covarde se trocar pela uma pessoa q não sabe se defender,. Cada um tem sua opinião

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  5. Essa irmã dele é uma irresponsável pois tem a curatela dele e devia zelar pelo mesmo. Mas permite que ele beba álcool e misture com os medicamentos controlados, as vezes ele aparece nas igrejas a ponto de machucar uma pessoa. Se ela se importasse mesmo com ele não permitiria que ele ficasse atazanando as pessoas na rua, porque ao contrário do que ela disse, ele mexe com as pessoas sim, direto. E tem uma força assustadora quando alguém tenta segurar pra evitar uma tragédia.

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  6. Quem conhece a história sabe o quanto esse Arimateia pode ser perigoso e o quanto a irmã dele não faz nada pra impedir. Até no hospital e outras coisas, os outros são que ajudam. Cadê o benefício previdenciário desse rapaz?

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  7. "Meu irmão não faz nada com ninguém, ele bateu num PADRE? bateu. Mas não faz mal a ninguém" Sem mais comentários.

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  8. Pois se esse cara é doido ao ponto de bater num padre, não pode andar pela rua sozinho sem alguém da família com ele,por k ele pode até bater numa criança na rua

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