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Para o parlamentar, governo e parlamento precisam debater o assunto o quanto antes. Juscelino também celebrou a prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses

O deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA) comemorou a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 por mais dois meses. O decreto que estendeu o benefício foi assinado na terça-feira (30) pelo presidente Jair Bolsonaro, em cerimônia que contou com a presença dos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), além de ministros e outros integrantes do governo.

“Como a lei que aprovamos no Congresso Nacional já permitia essa prorrogação, manter o valor de R$ 600, que chega a R$ 1.200 para mulheres chefes de família, foi a melhor decisão, pois bastou o decreto presidencial. Toda essa crise gerada pela pandemia do coronavírus ainda não possibilita que o auxílio, que beneficia atualmente cerca de 65 milhões de brasileiros, seja interrompido”, disse Juscelino Filho.

Ainda de acordo como deputado do DEM, é preciso avançar na discussão sobre uma renda mínima permanente. “Na verdade, não sabemos quando e nem como essas milhões de famílias voltarão à normalidade. Por isso, governo e parlamento precisam debater o quanto antes um novo programa de renda mínima ou mudanças no Bolsa Família. Como sempre, diálogo é o caminho para chegarmos a um modelo em prol dos que mais precisam”, afirmou.

A terceira parcela do auxílio emergencial começou a ser depositada nas contas da poupança social digital no dia 27 de junho, processo que segue até este sábado (4). Já os saques em dinheiro e transferência para outras contas bancárias só serão permitidos a partir do dia 18 de julho. Segundo balanço do governo federal, já foram creditados cerca de R$ 90 bilhões para os beneficiários. Terminou nesta quinta-feira (2) o prazo para pleitear a renda emergencial.
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1 Comentários

  1. Engraçado, esses políticos só fazem votações para sugarem o país, ou melhor, quebrarem o Brasil. Nenhum põe em votação uma emenda à constituição, para reduzir seus privilégios, que são muitos e abusivos. ELEITOR, ABRA O OLHO !

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