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Confira a matéria publicada nesta quarta-feira (26) no Jornal Pequeno

O deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA) sugeriu nessa terça-feira (25) que a Câmara dos Deputados e o Senado Federal priorizem neste segundo semestre de 2020, a análise e aprovação de medidas que possibilitem a retomada da economia pós-pandemia, e a geração de empregos e renda no País.

O parlamentar maranhense destacou o trabalho dos congressistas, de março a agosto, no enfrentamento da pandemia. “O Congresso Nacional tem sido protagonista neste momento difícil que enfrentamos no país, aprovando propostas essenciais para o combate à Covid-19 e para amenizar os efeitos sociais e econômicos da atual crise”, observou.

Ele acredita que os congressistas terão o mesmo empenho para ajudar o Brasil na pós-pandemia. “E assim será no pós-pandemia, quando o Parlamento contribuirá com medidas que permitam a retomada da economia e da geração de emprego e renda”, afirmou.

Entre as sugestões de temas para o Congresso avançar neste momento, Juscelino Filho aponta a Reforma Tributária, “cuja prioridade precisa ser simplificar e tornar mais justo o sistema tributário”, disse. “E também de um novo modelo de programa social pretendido pelo governo, mesclando as experiências do Bolsa Família e do auxílio emergencial que deve ser pago até o final do ano”, emendou.

Avançar no SUS

Outra discussão que pode avançar no Parlamento, diz o parlamentar, a proposta pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, sobre o Sistema Único de Saúde (SUS). “Na pandemia do coronavírus, ficou ainda mais clara a importância do SUS, mas também as deficiências existentes. Hoje, 70% dos brasileiros dependem exclusivamente da saúde pública”, citou.

“Por isso, é fundamental que se debata, de forma ampla e responsável, a necessidade de modernização, boa gestão e injeção de mais recursos no SUS. No Senado, a expectativa é de que seja votado o meu substitutivo ao PL 3267/2019. Já aprovado na Câmara, ele altera o Código de Trânsito Brasileiro e foi construído ouvindo especialistas, entidades, parlamentares, governo e sociedade civil”, finalizou.

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