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 O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) foi uma das autoridades que assinou o documento


Nesta quarta-feira (24), governadores de 16 estados brasileiros enviaram uma carta ao Senado e Câmara Federal solicitando providências necessárias para assegurar renda à população, pois, com o aumento de casos e mortes decorrentes da Covid-19, gestores estaduais e municipais precisaram adotar medidas mais restritivas na tentativa de frear a onda de coronavírus. 

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) foi uma das autoridades que assinou o documento. “A crise sanitária derivada do coronavírus tem várias dimensões: aquela atinente à vida e à saúde da população mas também nos preocupamos com as condições de sobrevivência. Sabemos que há uma recessão econômica que já existia e a má condução federal levou a que essa crise ficasse ainda mais aguda”, defendeu Flávio Dino.

O documento assinado pelos governadores solicita uma melhor reflexão sobre o Auxílio Emergencial, para que haja, nacionalmente, valores mais condizentes com as necessidades urgentes do povo brasileiro.  A carta sugere ainda que o Congresso Nacional disponibilize os recursos necessários para que o valor do Auxílio supere os valores noticiados de R$ 150,00, R$ 250,00 e R$ 375,00.

“No ano passado conseguimos que os deputados federais e senadores aprovassem os R$ 600,00 em cima de uma proposta original de apenas R$ 200,00. Fomos atendidos e estamos renovando esse pedido no sentido de que o patamar do Auxílio Emergencial em 2021 seja o mesmo de R$ 600,00. Consideramos que isso é fundamental para vencer a pandemia e garantir condições vitais para toda a população”, completou Dino. 

Veja a carta na íntegra:

"CARTA DOS GOVERNADORES AOS PRESIDENTES DA CÂMARA DOS DEPUTADOS E DO SENADO FEDERAL SOBRE O VALOR DO AUXÍLIO EMERGENCIAL

Os Governadores dos Estados abaixo assinados apoiam a iniciativa das 300 organizações que compõem a “Campanha Renda Básica que Queremos” e solicitam a adoção das providências necessárias para garantir segurança de renda à população, associada às medidas de distanciamento social, essenciais para serem adotadas neste momento de intenso aumento de casos e mortes decorrentes da Covid-19.

Temos o cenário dramático de quase 300 mil vidas perdidas. Diariamente, vemos recorde de mortes, lotação de leitos hospitalares, ameaça de falta de medicamentos e esgotamento das equipes de saúde. O calendário nacional de vacinação e a obtenção de novas doses de imunizantes contra a Covid-19 estão mais lentas do que as respostas que precisamos para reverter esse quadro.

Agir contra esse cenário requer medidas sanitárias e garantia de uma renda emergencial. Somente com essas medidas seremos capazes de evitar o avanço da morte. Por isso, entendemos que a redução dos valores do auxílio emergencial é inadequada para a eficácia da proteção da população. Enquanto a vacinação não acontecer em massa, precisamos garantir renda para a população mais vulnerável.

Por isso, solicitamos ao Congresso Nacional que disponibilize os recursos necessários para o Auxílio Emergencial em níveis que superem os valores noticiados de R$ 150,00, R$ 250,00 e R$ 375,00.

Exatamente há um ano, no início da pandemia, os Governadores manifestaram-se favoráveis à implantação de uma renda básica no País. Hoje, mais do que nunca, é comprovada a sua necessidade, urgência e o impacto que se pode alcançar. Por isso, neste momento, defendemos auxílio emergencial de R$ 600,00, com os mesmos critérios de acesso de 2020.

Não obstante o exposto acima, os signatários desta carta entendem a importância de o País não se desviar de seu compromisso com a responsabilidade fiscal. É importante entender o esforço de mitigação da crise atual para os mais vulneráveis como extraordinário e temporário. Logo à frente precisaremos voltar a uma trajetória de ajustamento fiscal que compatibilize os necessários programas sociais com um financiamento responsável dos mesmos.

Brasília, 24 de março de 2021.

Assinam esta carta: RENAN FILHO (Governador do Estado de Alagoas); WALDEZ GÓES (Governador do Estado do Amapá); RUI COSTA (Governador do Estado da Bahia); CAMILO SANTANA (Governador do Estado do Ceará); RENATO CASAGRANDE (Governador do Estado do Espírito Santo); FLÁVIO DINO (Governador do Estado do Maranhão); REINALDO AZAMBUJA (Governador do Estado de Mato Grosso do Sul); HELDER BARBALHO (Governador do Estado do Pará); JOÃO AZEVÊDO (Governador do Estado da Paraíba); RATINHO JUNIOR (Governador do Estado do Paraná); PAULO CÂMARA (Governador do Estado de Pernambuco); WELLINGTON DIAS (Governador do Estado do Piauí); FÁTIMA BEZERRA (Governadora do Estado do Rio Grande do Norte); EDUARDO LEITE (Governador do Estado do Rio Grande do Sul); JOÃO DORIA (Governador do Estado de São Paulo); BELIVALDO CHAGAS (Governador do Estado de Sergipe)"

Fonte: O Imparcial
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10 Comentários

  1. Rapaz por que esse comunista do Maranhão não dar aos maranhenses um auxílio de qualquer valor? É muita hipocrisia desse Lowcodino.

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  2. Mas divido ele diminuir os impostos da gasolina e do gás de cozinha.

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  3. Eu tinha um amigo que era socialista... tipo esse comunista aí adorava dividir o queria alheio ...depois ele ficou rico e não dá um pão a ninguém, o corja safada essa esquerda.

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  4. O Brasil virou bagunça, todo mundo manda.

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  5. A intenção desses governadores covardes e esquerdistas, é quebrar o país, o povo sendo impedido de trabalhar a economia para, o governo tendo q dar dinheiro pro povo, sem ter retorno, no final, a conta não fecha, seremos uma segunda Venezuela!
    #foradinocorrupto

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    Respostas
    1. na verdade fora que esse vagabundo de esquerda apoiar !!! esse blogueiro se deixa cada dia mais perceber a paixão pela esquerda !

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    2. Igual a Venezuela, a esquerda governando e o povão dependente deles. Quando tudo for consumido, não sei para onde iremos fugir. Sei apenas que teremos de fugir, igual venezuelano e cubano.

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    3. Se tu se contaminar e precisar de uma UTI tu vai morrer sufocado em corredor de hospital, nessa hora tu lembra do teu MITO e faz arminha Zé ruela.

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  6. Esses "canhotos" são um desastre. Isso aí todo o mundo sabe, meu bisavô me ensinou: QUEM ATIRA COM PÓLVORA ALHEIA NÃO MEDE A DISTÂNCIA. Falta de responsabilidade é comprometimento. Porque não complementar o auxílio?

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  7. Diminuir o icms nem pensar né.

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