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A família da empresária Ariene Rodrigues Pereira, de 37 anos, que morreu nessa terça-feira (20), após realização de uma lipoaspiração em um hospital da capital maranhense, registrou um boletim de ocorrência no Plantão Central do Cohatrac.

Conforme a família, a empresária deu entrada na unidade de saúde por volta das 8h do dia 20 deste mês, e que por volta das 18h do mesmo dia teve uma parada cardiorrespiratória.

A família informou que o relatório médico apontou que foram realizadas manobras de reanimação por cerca de 90 minutos, com uso de medicações e desfibrilação, mas a paciente não respondeu . O óbito foi declarado por volta das 20h.

O médico responsável pelo procedimento cirúrgico, Alexandre Augusto Gomes Alves, emitiu uma nota de esclarecimento na noite de ontem (21), assinada pelo advogado de defesa.

Na nota, o advogado esclarece que a paciente teve como causa da morte uma embolia pulmonar maciça, e afirmou que não houve culpa por nexo de causalidade entre a fatalidade acometida pela paciente e atuação do médico.

A defesa também citou que a paciente não tinha qualquer comorbidade e que todos os exames realizados não apontavam qualquer empecilho ou contraindicação para o ato cirúrgico.

“Ao que consta a paciente foi vitimada por uma fatalidade, que nada tem haver com qualquer falha do profissional, que prestou todo o atendimento e não poupou esforços para tentar evitar este fatídico desfecho”, diz trecho da nota.

A advogada da família da vítima alega divergências e incoerências nas informações repassadas à família. No boletim de ocorrência, a família cita que Ariene possuía condições clínicas pré-existentes, como hipotireoidismo, além de fazer uso contínuo de medicação. As investigações devem esclarecer os fatos.

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