Exame de DNA será feito para saber se criança nos EUA é Allan, desaparecido em Bacabal
A investigação sobre o desaparecimento dos irmãos Allan e Ágatha, em Bacabal, ganhou uma nova etapa nesta quarta-feira (9). A mãe das crianças, Clarice, esteve na sede da Polícia Federal, em São Luís, para tratar do caso e dos procedimentos que podem ajudar a esclarecer o paradeiro dos irmãos.
Após a reunião, a advogada da família, Nathaly Moraes, explicou que uma das medidas discutidas é a realização de um exame genético para verificar a identidade de uma criança que está nos Estados Unidos.
De acordo com a defesa, surgiu uma informação indicando que a criança pode ser Allan Michael, um dos irmãos desaparecidos. A possibilidade, porém, ainda não foi confirmada pelas autoridades. Para esclarecer a suspeita, será necessário comparar o material genético da criança com o da mãe.
Clarice deverá fornecer uma amostra de seu material genético, que será utilizada no procedimento de identificação. O resultado do exame poderá indicar se há correspondência genética entre ela e a criança que está nos Estados Unidos.
A advogada também destacou que a ausência de documentos de identificação das crianças representa uma dificuldade adicional para a investigação. Por esse motivo, o exame de DNA passa a ter um papel importante na tentativa de confirmar a identidade.
A reunião na Polícia Federal também envolveu os procedimentos relacionados à cooperação internacional e ao possível apoio da Interpol nas diligências envolvendo os Estados Unidos.





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