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 Em janeiro, dois novos capítulos da novela sobre o racha na base do governador Flávio Dino (PCdoB) deverão acontecer e, claro, poderão levar a novas movimentações no tabuleiro eleitoral de 2022.


O primeiro é a esperada reforma administrativa do governo estadual. Os apoiadores (praticamente torcedores) mais próximos do vice-governador Carlos Brandão (Republicanos) querem a retirada dos espaços dos desertores que inclui PDT e DEM.


Do lado governista menos entusiasmado com Brandão, a ideia é de tentativa de conciliação dentro do grupo, mesmo que signifique prejuízos maiores daqui a dois anos. Para os conciliadores, a reforma acontecerá, mas não deverá ser tão significativa, apesar do resultado do pleito em São Luís e as rachaduras deixadas na base dos Leões.


Mas será esta reforma que definirá posições na Assembleia Legislativa e também em Brasília, com a bancada maranhense.


O segundo capítulo é a eleição na Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem). Considerada a segunda prévia de 2022 (a primeira foi a disputa na capital no segundo turno), a disputa envolve o senador pedetista Weverton Rocha – que deve disputar o governo em 2022 – e o vice-governador Carlos Brandão, que agora tem como aliado nesta corrida o complicado deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL).


O resultado da Famem também mexe nesse tabuleiro eleitoral. De acordo com quem vai ganhar, novas movimentações precisarão ser feitas, ou de um lado ou de outro, para evitar o xeque-mate ainda em 2021.


Movimentações – Existe um movimento na bancada maranhense em Brasília para pressionar o governador Flávio Dino a não retirar espaços dos supostos “traidores” do grupo no governo.

O movimento tem relação com a liberação de emendas parlamentares e as emendas de bancada, principalmente.

Se retirar o PDT do governo, Dino terá dois dos três senadores maranhenses contra si. Além disso, pode chegar a 12 o número de deputados federais que ficarão contra o comunista.


Coluna O Estado Maior do Jornal O Estado

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