Policiais se desentendem em frente a delegacia de Poção de Pedras 
Na última quinta-feira (18) o policial civil, identificado como Antônio Edson, lotado na delegacia do município de Caxias, foi agredido por policiais militares. O caso aconteceu na cidade de Poção de Pedras, interior do Estado. 

Segundo informações da Polícia Civil, ele, a esposa e a filha foram passar o feriado no município na casa de amigos, e na noite de quinta resolveram passear pela cidade quando foram abordados por uma guarnição da PM. 

Ainda segundo Antônio Edson, os PMs informaram que eles deveriam deixar a cidade, pois estariam provocando transtornos. Antônio Edson alega que se identificou como policial civil, mas os militares teriam mantido a ordem de retirada. 

Ele resolveu, então, ir a delegacia de polícia civil para falar com o delegado, mas foi informado pelo carcereiro que o mesmo não estava no distrito. Antônio Edson diz que ao sair da delegacia, que fica localizada em frente ao quartel da polícia militar de Poção de Pedras, foi abordado e agredido por um policial militar. 

Após a agressão, Antônio Edson foi preso, colocado na viatura e levado pelos PM's para Delegacia Regional de Pedreiras. O policial civil prestou  depoimento e foi liberado em seguida. 


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Em nota, o Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão pediu desculpas a sociedade maranhense, a Polícia Civil, e afirmou que medidas já foram tomadas para esclarecer o fato ocorrido em Poção de Pedras.

Confira a nota



"O Comando Geral da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) lamenta o fato ocorrido na última quinta-feira (18), no município de Poção de Pedras, envolvendo um agente da Polícia Civil e a guarnição da PM, e afirma que já foram tomadas todas as medidas cabíveis para que as circunstâncias sejam esclarecidas.


Registra, ainda, os sinceros pedidos de desculpas pelo triste acontecimento a sociedade Maranhense e em especial a Coirmã Polícia Civil, e reitera que as duas instituições são compostas de profissionais vocacionados em defesa da sociedade, mesmo com o risco da própria vida; representando, portanto, um caso isolado dentro da Corporação.

Esclarece, por fim, a toda sociedade que tal acontecimento não reflete no comportamento da tropa, de modo que o Comando não coaduna e nem coadunará com atitudes desta natureza, sejam em quaisquer situações, tendo em vista a missão do policial militar de proteger, garantir a segurança e manter a ordem, seja em serviço ou mesmo fora dele."


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Fonte: Imirante